17 de abril de 2011

PROJETO: ENCONTRO COM DEUS




O PROJETO "ENCONTRO COM DEUS" É REALIZADO NA ESCOLA DESDE 2007. È UM MOMENTO DE REFLEXÃO COM APRESENTAÇÕES DAS TURMAS.




  MOMENTO PARA RECORDAR 
                                 

  Este Encontro aconteceu em 2008, com apresentação das turmas do 2º ano A e B

ABERTURA DO ENCONTRO
TEMA: CONTANDO A BÍBLIA
APRESENTAÇÃO: A ARCA DE NOÉ
Coral
COREOGRAFIA

                                                        

ENCONTRO COM DEUS 2011: 


TEMA CENTRAL : CUIDANDO DO ESPÍRITO

“Mas o fruto do Espírito é amor, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei". (Gálatas 5:22 e 23



FRUTO DO ESPÍRITO: PAZ

"Não retribuam a ninguém o mal por mal. procurem fazer o que é correto aos olhos de todos.Façam todo o possível  para viver em paz com todos." (Romanos 12: 17-18)















APRESENTAÇÃO DA TURMA DO 4º ANO A - ORIENTADO PELA PROFESSORA MARLI

FRUTO DO ESPÍRITO: PACIÊNCIA

APRESENTAÇÃO DO 4º ANO B- ORIENTADO PELA PROFESSORA ELIENE















FRUTO DO ESPÍRITO: Amabilidade

APRESENTAÇÃO DA TURMA DO 3º ANO A-ORIENTADO PELA PROFESSORA ROSEMEIRE







FRUTO DO ESPIRITO: Fidelidade


APRESENTAÇÃO TURMA DO 2º ANO A - ORIENTADO PELA PROFESSORA ANA CÉO



“Pois a palavra do Senhor é verdadeira; Ele é fiel em tudo que faz”.
                                     SALMO 33:4








FRUTO DO ESPIRITO: Mansidão




APRESENTAÇÃO DA TURMA DO 1º ANO A-ORIENTADO PELA PROFESSORA VÂNIA

















15 de abril de 2011

O Verdadeiro sentido da Páscoa


A palavra PÁSCOA significa "passagem", tanto para os judeus quanto para os Cristãos.
No sentido Judaico, a Páscoa (Êxodo 12:18,19; 13:3-10) é a comemoração da saída do povo de Israel da escravidão do Egito. Começa no décimo quarto, à tarde- isto é, no princípio de décimo quinto dia de Abide ou Nisã, com a refeição sacrificial, quando um cordeiro ou um cabrito inteiro era assado e comido pelos membros duma família com ervas amargas e pães ázimos (sem fermento); nessa ocasião o chefe da família contava a história da redenção do Egito. Os sacrifícios significavam expiação e dedicação; as ervas amargas faziam lembrar da amargura da servidão egípcia; os pães ázimos simbolizavam a pureza (Lev.2:11).


    SUGESTÕES DE ATIVIDADES:





COLAR ALGODÃO NO CORPO DA OVELHINHA 









14 de fevereiro de 2011

ESCOLA SOLIDARIEDADE:CONSTRUINDO SABERES


Fernando sabino)
Sou a professora Ana céo.
Esta é a Escola Municipal Solidariedade onde trabalho, criei este blog para  divulgar alguns trabalhos realizados por mim com os meus alunos e pelas minhas colegas de trabalho e ao mesmo tempo trazer sugestões de atividades para sala de aula. Espero que gostem!!!




A ESCOLA









EQUIPE SOLIDARIEDADE

















 Educar

“Educar é mostrar a vida  a quem ainda não a viu.
O educador diz: “Veja!”- e, ao falar, aponta.
O aluno olha na direção apontada e vê o que nunca viu.
Seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente...”
“E, ficando mais rico interiormente, ele pode sentir mais alegria
e dar mais alegria - que é a razão pelaqual vivemos.”
“Já li muitos livros sobre psicologia da educação, sociologia da educação, filosofia da educação
 – mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação 
do olhar ou à importância do olhar na educação, em qualquer deles.”
“A primeira tarefa da educação é ensinar a ver...
“É através dos olhos que as crianças tomam contato com
a beleza e o fascínio do mundo...”
“Os olhos têm de ser educados  para que nossa alegria aumente.”
“A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação das sensibilidades...”
“Sem a educação das sensibilidades, todas as habilidades são tolas e sem sentido.”
“Sem a educação das sensibilidades, todas as habilidades
são tolas e sem sentido.”
“Os conhecimentos nos dão meios para viver.   A sabedoria nos dá razões para viver.” 


Rubem Alves 









20 de agosto de 2010

Projeto de leitura






PROJETO: "Era uma vez: a leitura e a escrita do mundo da fantasia



“Um livro infantil, para o quarto de uma criança, é um objeto tão importante e mais indispensável do que o berço”.

(Friedrich Bertuch)




INTRODUÇÃO

A leitura tem um papel fundamental no desenvolvimento da capacidade de produzir textos escritos. Pois por meio dela os (as) educandos (as) entram em contato com toda a riqueza e a complexidade da linguagem escrita. É também a leitura que contribui para ampliar a visão de mundo, estimular o desejo de outras leituras, exercitar a fantasia e a imaginação, compreender o funcionamento comunicativo da escrita, desenvolver estratégias de leitura, favorecer a aprendizagem das convenções de escrita, além de ampliar o repertório textual contribuindo para a produção dos próprios textos.



Como afirma Freire:

Quando aprendemos a ler, o fazemos sobre a escrita de alguém que antes aprendeu a ler e a escrever. Ao aprender a ler nos preparamos para imediatamente escrever a fala que socialmente construímos. (FREIRE, 1997, p. 25)



Nesta perspectiva, o ato de ler e o ato de escrever são elementos indissociáveis no processo ensino-aprendizagem e devem estar vinculados às necessidades e interesses do público aprendiz.


Portanto, deve-se estimular e propiciar ao alcance das crianças os livros infantis, os contos, as poesias, os mitos, as lendas, as fábulas, permitindo-lhes penetrar em seu universo mágico dos sonhos. É o caminho não apenas de sua descoberta, mas também um dos mais completos meios de enriquecimento e desenvolvimento de sua personalidade.


JUSTIFICATIVA



“Ninguém escreve se não escrever, assim como ninguém nada se não nadar”.

(Paulo Freire)



Ouvir e ler histórias é entrar em um mundo encantador, cheio ou não de mistérios e surpresas, mas sempre muito interessante, curioso, que diverte e ensina. É na relação lúdica e prazerosa da criança com a obra literária que formamos o leitor e o escritor. A criança aprende brincando em um mundo de imaginação, sonhos e fantasias. Desta forma, é através de experiências felizes com as histórias, os contos clássicos infantis em sala de aula que a criança tem a possibilidade de interagir com diversos textos trabalhados, possibilitando o entendimento do mundo em que vivem e possibilitando a construção de seu próprio conhecimento.

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN (1997), o papel do professor e da escola é formar alunos críticos habituados com a leitura, isso através do incentivo a leitura diária e de um contato com todos os tipos de textos. Contar histórias para crianças sempre expressou um ato de linguagem, representação simbólica do real direcionado para a aquisição de modelos lingüísticos.

Desse modo, o presente projeto tem como objetivo principal desenvolver a linguagem oral e escrita das crianças dos anos iniciais do Ensino Fundamental, utilizando a narrativa como tipologia textual com enfoque nos contos. É ouvindo e lendo contos que os (as) educandos (as) vão desde muito cedo se apropriando da estrutura da narrativa, das regras que organizam esse tipo particular de discurso. E é esse conhecimento que lhes possibilita compreender outras narrativas, recontá-las e reescrevê-las.

Pretende-se com este trabalho desenvolver atividades que possibilite momentos de interação entre as crianças, estimule a oralidade, desenvolva a capacidade de produção de textos, a criatividade e a percepção auditiva e desperte nas crianças o gosto pela leitura e escrita, aproximando-as ao hábito de ler e escrever. Espera-se, ainda, que este projeto dê subsídios aos (às) professores (as) de 1° ao 5° ano do Ensino Fundamental, contribuindo no trabalho da leitura e escrita.



OBJETIVO GERAL

Desenvolver a linguagem oral e escrita dos (as) educandos (as), utilizando a narrativa dos contos como tipologia textual.



OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Desenvolver habilidades e o prazer pela leitura e escrita;

• Produzir textos criativos, observando a estrutura, coesão e coerência;

• Refletir sobre a escrita convencional das palavras;

• Ampliar o repertório textual;

• Estabelecer relações entre a linguagem oral e a linguagem escrita;





METODOLOGIA

No desenvolvimento desse projeto é fundamental que o (a) educador (a) atente-se para a necessidade de tornar as atividades ao mesmo tempo atrativas e enriquecedoras para aprendizagem dos (as) educandos (as). Sob esse prisma sugere-se, para o trabalho com as histórias, a utilização de recursos como: filmes, Cd´s, montagens de painéis, fantoches, dramatizações, entre outros.

O projeto poderá ter a duração de uma Unidade e será dividido nos seguintes momentos:

1° momento: Apresentação do projeto para os (as) educandos (as);

2° momento: Roda de conversa sobre os contos, levantando informações sobre as histórias preferidas;

3° momento: Produção de lista de contos conhecidos;

4° momento: Roda de leitura

• Disponibilizar diversos livros de contos para este momento (a atividade pode ser realizada semanalmente durante o período do projeto);

5° momento: Branca de Neve e os sete anões

• Exibição do filme;

• Ilustração

• Escrever as falas dos personagens nos balões da história em quadrinhos;

6° momento: A Bela e a Fera

• Exibição do filme;

• Reescrita coletiva da história;

• Ilustração (montagem de painel com os desenhos feitos pelos (as) educandos (as));

7° momento: O Patinho Feio

• Reproduzir o conto por meio de CD;

• Reconto da história;

• Exibição do filme: Putz, a coisa tá feia;

• Diálogo sobre o respeito às diferenças;

• Texto lacunado da história;

8° momento: Chapeuzinho Vermelho

• Exibição do filme;

• Reescrita do conto em partes: início, meio e fim;

• Revisão textual (observando a estrutura do texto, ordem dos fatos e aspectos ortográficos);

9° momento: Os Três Porquinhos

• Ler a história em voz alta para os (as) educandos (as) (pode-se contar a história utilizando fantoches);

• Reconto da história (o (a) professor (a) pode iniciar e solicitar que cada um relate um trecho);

• Reprodução do conto por meio de CD;

• Ler e ilustrar as partes do conto;

10° momento: A Bela Adormecida

• Exibição do filme;

• Reescrita da história em partes: início, meio e fim;

• Revisão textual (observando pontuação e aspectos ortográficos);

11° momento: Pinóquio

• Exibição do filme;

• Produção de lista de personagens da história;

• Ilustração do conto em quadrinhos;

12° momento: Cinderela

• Exibição do filme;

• Ilustração;

• Propor a dramatização da história com as devidas caracterizações (com as turmas de 1° e 2° ano essa atividade pode ser realizada na Hora do Faz de Conta)

• Reescrita em dupla;



13° momento: Produto Final

• Peça teatral: escolher com os (as) educandos (as) um dos contos trabalhados para apresentarem em forma de teatro para as outras turmas.

É importante ressaltar, que as propostas das atividades supracitadas, como também a escolha das histórias são sugestões que podem ser modificadas adequando-se aos interesses e necessidades de cada turma. Considerando os níveis de escrita dos (as) educandos (as), principalmente do 1° e 2° ano, as reescritas podem ser realizadas em duplas (um dita e o outro escreve), cabendo ao (à) professor (a) fazer os agrupamentos.




AVALIAÇÃO

A avaliação será processual e contínua, e por meio das amostras dos trabalhos realizados pelos (as) educandos (as). Deve-se observar, também, se apresentaram avanços na leitura e escrita.



REFERÊNCIAS

BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. Brasília: ed. Brasília, 2001.



FREIRE, Paulo. Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar. São Paulo: Olho D´água, 1997.



TODOLIVRO, Distribuidora. Os mais belos contos clássicos. Ed. Brasileitura.


Atividades com Histórias Infantis

LIVROS EM PDF E FICHA DE LEITURA

Compreendemos a importância do desenvolvimento da leitura nas séries iniciais. Os livros infantis em pdf encontrados na internet é um suport...